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segunda-feira, 2 de abril de 2018

Jeová Jireh - O deus da provisão. Gn 22.6-14


I – Deus provê a vida.

A – A vida vegetal.

1 – Cubra-se a terra de vegetais. (Gn 1.11,12)

B – A vida animal. (Gn 1.10-25)

1 – Aves, peixes, animais selvagens e domesticos,

C – A vida humana.

1 – Criou Deus o homem. (Gn 1.26,27)

D – Todas as coisas foram feitas por Ele. (Jo 1.3)

E – Nele vivemos, movemos e existimos. (At.17.28)



II – Deus provê o sustento necessário.

A – Dos animais.

1 – Observem as aves do cèu. (Mt 6.26)

B – Das plantas.

1 – Olhai os lirios do campo. (Mt 6.28-30)

C – Do ser húmano.

1 – Não se preocupem (Mt 6.31,32)

D – Deus provê de acordo com a sua sabedoria. (Ex 16. 9,20,31)

1 – Não é o que queremos.

2 – Não é o que merecemos.

3 – É o que precisamos.



III – Deus provê a salvação.

A – O cordeiro foi a salvação da vida de Isaque.

1 – Morreu no lugar de Isaque.

B – Jesus é a nossa salvação.

1 – Morreu em nosso lugar.

C – Deus provê a nossa vida espiritual.

1 – Uma nova criatura. (II Cor 5.17)

2 – Um novo nascimento. (Jo 3.3)

sábado, 7 de outubro de 2017

Escolhas erradas/Vidas complicadas - A familia de Eli.

Escolhas erradas/Vidas complicadas. (Dt 30.19)
A família de Eli
I Sm 2.12-17,22-25


I – Os filhos de Eli escolheram deliberadamente desobedecer as ordens de Deus em relação aos sacrifícios.
A – Os sacerdotes tinham direito apenas ao peito e as coxas do animal oferecido em sacrifício.(Lv 7.31,32)
B – Não era permitido comer a gordura. (Lv 7.25)
Aplicação:
Regras estabelecidas por Deus não podem ser mudadas.

II – Os filhos de Eli escolheram deliberadamente ter uma vida sexual fora dos padrões estabelecidos por Deus.
A – Tinham relações sexuais com mulheres que não eram suas esposas.
1 – praticavam o adultério. (Lv 20.10)
B – Tinham relações sexuais em frente ao próprio tabernáculo.
1 – desrespeitavam o lugar sagrado.
Aplicação:
1 – Sexualidade é benção de Deus.
2 – Sexualidade é para ser desfrutada dentro das regras de Deus.
Obs.: Agindo dessa forma eles se assemelhavam aos povos que habitavam ao redor onde existia as prostitutas e os prostitutos cultuais.

III – Eli escolheu deliberadamente ser conivente com os erros dos seus filhos e desprezar os avisos de Deus. (Mt 10.37)
A – Chamava a atenção dos filhos com palavras mas não tomava atitudes práticas para puni-los.
1 – Deveria ter afastados eles imediatamente das suas funções sacerdotais.
B – Eli foi avisado duas vezes por Deus sobre as consequências dos atos dos seus filhos. (Rm 2.1-5)
1 – não foi falta de avisos.
Obs.: Não podemos honrar ninguém acima de Deus, mesmo que seja nossos filhos.

Consequências:
1 – Perda do privilegio de ser sacerdote. (I Sm 2.30,31)
2 – A arca foi capturada. (I Sm 4.10,11)
3 – Morte. (I Sm 4.12-22)
a – Hofni e Fineias, b – Eli, c – mulher de Finéias, d – trinta mil homens.

Conclusão:
Porque Deus foi tão rigoroso com a família de Eli.
1 – Eles eram lideres, portanto o povo poderia imitar as suas condutas.
A – Desprezando o sacrifício.
B – Levando uma vida sexual desregrada.
C – Tirando o comando dos pais.
D – Afastando o povo do temor devido a Deus.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Escolhas erradas/vidas complicadas.


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I - Os problemas.
A – Brigas entre os pastores de Abraão e Ló.
1 – Não havia pasto suficiente para alimentar o gado.
B – Desobediencia de Abraão.
(sai do meio dos teus parentes)
1 – obediência parcial é o mesmo que desobediência.
(o caso do rei Saul)
C – Transformação de bençãos em problemas.
1 – A riqueza de Abrão e Ló era para ser uma benção na vida deles.

II – A proposta.
A – Uma separação amigável.
1 – Os pastores estavam brigando, Abraão porém não queria brigar. (Gn 13.7)
B – Preservação do relacionamento.
1 – Não podemos permitir que terceiros prejudiquem os nossos relacionamentos.
2 – Não podemos permitir que bens materiais prejudiquem os nossos relacionamentos.
C – Abraão agiu como verdadeiro servo de Deus.
1 – abriu mão de seus direitos.

III – A escolha.
A – Ló fez a sua escolha pensando apenas no lucro. (Ec 5.10)
1 – o dinheiro era o que movia o coração de Ló.
B – Ló fez a sua escolha pensando apenas no presente. (Pv 16.25)
1 – Em todas as nossas decisões precisamos pensar nas consequências em curto, médio e longo prazo.
C – Ló escolheu sem consultar a Deus.
1 – Ore e busque conselho antes de qualquer decisão.


Consequências:(Gn 19.12-25,30-350
1 – Degradação financeira, Ló perdeu todos os seus bens e foi morar em uma caverna.
2 – Degradação familiar, perdeu a esposa e as filhas se tornaram moralmente depraveis.
3 – degradação espiritual, perdeu totalmente o temor a Deus.



segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Manual de Instruções para comandantes de navios.

Manual de instruções para comandantes de navios.

Jn 1.1-15/Lc 8.22-25

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 I – Selecione os passageiros.(Pv 24.1)
A – Você é o único responsável por aceitar pessoas no seu barco.
1 – embarque pessoas abençoadoras.
2 – embarque pessoas tementes a Deus.
B – Você é o único que tem autoridade para retirar pessoas do seu barco.
1 – seja corajoso.
Obs.: Assuma as sua responsabilidade sobre a sua própria vida, não culpe os outros pelas suas decisões.

II – Procure descobrir a origem das tempestades.
A – Algumas tempestades acontecem por simples questões meteorológicas.
(a tempestade enfrentada pelo apóstolo Paulo)
1 – algumas coisas simplesmente acontecem.
B – Algumas tempestades acontecem por questões específicas.
1 – pecados escondidos. (Jonas estava em pecado)
2 – rotas erradas. (Jonas deveria ir para Nínive, mas estava indo para Társis)
3 – passageiros problemáticos. (Jonas)

III – Cuidado com o excesso de bagagem.
A – transporte apenas o que é realmente importante.
1 – amor, paz, bondade, paciência, fé.
B – Jogue fora o peso extra.
1 – magoas, ressentimentos, ódio, tristezas e etc.
Obs.: tome cuidado para não errar e jogar coisas importantes fora do seu barco.

Conclusão:
1 – seja o comandante de seu navio, mas deixe Deus ser o seu comandante.
2 – deixe Jesus embarcar no seu navio.
3 – adore a Deus antes, durante e depois da tempestade.

terça-feira, 6 de junho de 2017

Igreja: Expressão do reino de Deus. Quando é diferente do mundo. (Rm 12.1,2)

I – Diferente porque tem outro senhor. (Cl 1.18a)
A – Este mundo está sob o poder do maligno. (I Jo 5.19)
1 – Os governos são dominados pelo maligno. (Ef 6.12)
– leis diabólicas.(lei da homofobia)
– corrupção. (operação lava jato)
- abandono dos humildes. (tanto pela esquerda, como pela direita)
2 – A sociedade é dominada pelo maligno. (Jo 8.44)
– consumista ao extremo.
– centrada no prazer (banalização do sexo)
– relativista. (cada um tem a sua verdade)
B – O senhor da igreja é Cristo. (Ef 1.22)
1 – Suas leis são justas. (Sl 19.8)
2 – As pessoas valem mais que as coisas. (Mt 6.25)
3 – A sua verdade é única. (Ele é a verdade.) (Jo 14.6)

II – Diferente porque tem outro modo de viver.
A – Uma vida de reciprocidade.
1 – Procuro tratar o próximo da mesma forma que eu gostaria de ser tratado. (Lc 6.31)
B – Uma vida de amor. (Mc 12.30,31)
1 – Amor a si mesmo.
– noção exata do seu valor.
2 – Amor ao próximo.
– fazendo o bem, não para ser salvo, mas porque já é salvo.
3 – Amor a Deus.
– sabendo que tudo que temos, tudo que somos, tudo que seremos vem de Deus.
C – pacificadores. (Mt 5.9)
1 – Não basta ser pacífico, temos que ser pacificadores.

III – Diferente porque tem esperança na vida eterna. (Jo 3.16/I Cor 15.19)
A – Essa esperança não tem como base as coisas materiais.
1 – Bens materiais são destruídos com o passar do tempo. (Mt 6.19)
– ferrugem.
– desvalorização.
– desgaste.
B – Essa esperança não tem como base promessas feitas por homens. (Hb 10.23)
1 – Homens nem sempre cumprem as suas promessas.
– porque muitas vezes não podem cumpri-las.
– porque muitas vezes não querem cumpri-las
C – Essa esperança tem como base o próprio Deus. (I Pd 1.21)
1 – Tudo que ele promete ele cumpre.
2 – Tudo que ele promete é bom.
3 – Tudo que promete é porque nos ama.



quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Os bobos e os espertos.




Minha mãe falava uma frase da qual eu jamais esqueci. “Se não fosse os bobos, os espertos não sobreviveriam” Hoje quando vemos as pessoas sendo enganadas pelos tele evangelistas de plantão oferecendo curas miraculosas, prosperidade total e tantas outras coisas, perguntamos: será que alguém acredita nessas coisas? Será que em pleno século vinte e hum, ainda exista tamanha ingenuidade? A resposta é triste, milhares acreditam, e doam dinheiro para esses picaretas da fé.
Entretanto precisamos fazer outra pergunta: porque elas fazem esse tipo de coisa? Porque caem em tão toscas armadilhas, se a bíblia está disponível para todos, e basta fazer uma pequena pesquisa para descobrir a falsidade das coisas prometidas pelos falsos pastores, bispos e apóstolos televisivos.
A resposta é muito simples, o homem sempre procura o caminho mais fácil, aquele que parece mais atraente, observa a embalagem mas esquece de verificar o conteúdo. O caminho oferecido por Jesus não é uma trajetória atraente, porque passa necessariamente pela negação de si mesmo, pela renuncia, e principalmente pela cruz(Lc 9.23), por isso a busca incessante por atalhos espirituais, campo fértil para os mercadores de ilusões.
Os falsos profetas oferecem para as pessoas aquilo que elas querem ouvir, não aquilo que precisam ouvir. Podemos ver na palavra de Deus uma história muito parecida. Quando o rei acabe estava se preparando junto com o rei Josafá para sair em guerra contra os siros, ouviu exatamente o que o seu coração almejava e não gostou ao receber da parte do profeta Micaías uma profecia completamente diferente, preferiu a mentira, saiu para a batalha e a derrota foi total (II Cr 18.1-34).
O resultado que as pessoas recebem ao seguir esse tipo de liderança e acreditar nesse tipo de mensagem, é a desilusão total, milhares enganados caminhando apressadamente para o inferno.
Precisamos urgentemente pregar o verdadeiro evangelho, como disse o apóstolo (verdadeiro) Paulo, em tempo e fora de tempo (II Tm 4.2), essa é a responsabilidades das denominações e dos lideres que procuram ensinar a verdade. 

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sábado, 7 de janeiro de 2017

O ladrão na cruz.

Quero falar acerca de um homem sobre o qual a palavra de Deus não revela quase nada, aliás, apenas o evangelho de Lucas relata de forma mais abrangente este acontecimento, Marcos, Mateus e João não falam quase nada, o que sabemos é que ele era um ladrão, um marginal, vivia a margem da lei, não se encaixava nas normas da sociedade, entretanto Jesus durante o seu ministério aqui na terra sempre teve esse tipo de pessoa por perto, inclusive muitas vezes foi duramente criticado por causa disso. Temos como exemplo, Zaqueu, o coletor de impostos, figura tão odiada pelos Judeus, por causa de sua desonestidade. Os leprosos, abandonados para morrerem sozinhos. A mulher flagrada em pleno ato de adultério, e muitos outros casos.
Este homem era um ladrão, ele mesmo admite que era um criminoso (Lc 23.41) ele sabe que não escolheu a estrada principal da vida, seguiu por atalhos, escolheu viver perigosamente, e sabemos que nossas escolhas definem o nosso futuro.
Mas ali na cruz, no alto da colina, olhando a multidão a sua volta, ele relembra toda a sua vida como um filme em flash back, a sua infância, o pai, a mãe, os irmãos, as aulas na sinagoga, as viagens anuais até Jerusalém, tudo que aprendeu com os rabinos, a história de seu povo, Abraão, Isaque, Jacó, tudo está ali muito vivo em sua memória.
A pergunta que ele faz para si mesmo, é quando foi que as coisas começaram a desandar, em que momento, lá traz, no passado, ele começou seguir o que era errado, em que instante ele começou a sair da estrada direita para seguir os atalhos, quem foi a pessoa que o induziu a tomar as primeiras decisões erradas, de quem é a culpa, porque não o impediram quando ainda havia a possibilidade de um recomeço, porque, porque, porque. Ele tem um monte de perguntas girando na sua cabeça.
Mas ele sabe a resposta, ele é o único culpado pelos erros, sempre houve a segunda opção, Deus muitas vezes lhe falou tal como falou a Caim (Gn 4.6), mas ele sempre ignorou a voz do todo poderoso.
Agora chegou o fim, restam poucas horas, ou talvez minutos, em breve a sua vida vai acabar, ele sente a fraqueza tomar conta do seu corpo, não adianta gritar, não adianta espernear, está em um beco sem saída, sabe que vai morrer. Então ele para de olhar a multidão, e olha ao seu lado, ali está Jesus, o galileu, o nazareno, aquele que curou tantas pessoas, de tantas doenças, cegos, coxos, mudos, aleijados, dizem que até ressuscitou os mortos, a sua fama corria por toda a região, mas porque alguém tao conhecido por fazer o bem está sendo crucificado, uma pergunta completamente sem respostas.
Entretanto quando ele olha um pouco mais além, ele vê um velho companheiro de crimes, na mesma situação, esperando a morte, pendurado em uma cruz, enquanto ele pensa, o outro fala, resmunga, reclama, critica, desafia Jesus, você não é o Cristo? Não fez tantos milagres? Salve-se a si mesmo e a nós! Coitado, talvez a mente não esteja mais funcionando direito, ou talvez a ficha não tenha caído, como escapar de tal terrível situação? Como fugir? Não há escapatória.
O que mais o incomoda é o silêncio de Jesus, ele não reage, não se defende, ofendido duramente não abre a sua boca, nada a dizer, nada a declarar.
Quando olha para cima, ele percebe o que está escrito na cruz de Jesus, “ rei dos Judeus” mas ele recorda de ouvir Jesus dizer que o reino dele não era desse mundo.
Será que ainda há uma saída? Talvez nesta vida não seja possível, mas quem sabe na outra?
E se Jesus for realmente o filho de Deus, e se ele for realmente o messias prometido, aquele de quem os profetas tanto falaram? A ovelha muda levada para o matadouro.
Agora ele recorda o que aprendera na infância, e de repente a sua mente se abre, tudo fica claro, tudo fica compreendido, ele está ao lado do rei dos reis, do senhor dos senhores, do redentor tão esperado por Israel.
Então em um ato de resignação e fé, exclama: Jesus lembra te de mim quando entrares no teu reino.
Mas será que ainda há uma esperança? Será que depois de uma vida inteira de pecado, ainda há alguma chance? Pode ele que tantas vezes tapou os ouvidos para não ouvir a voz de Deus ainda ser perdoado?
A resposta de jesus retira um peso imenso de suas costas e traz um alívio imensurável.
Hoje mesmo estarás comigo no paraíso.